terça-feira, 1 de janeiro de 2013

ADEUS 2012!




Gostaria de me despedir de 2012, agradecendo a companhia de todos vocês, amigos queridos, pessoas que escolhi amar.
Para mim, foi um ano de muitos desafios e oportunidades que forjaram minha firme e forte fé.
Lágrimas de tristezas e despedidas foram derramadas, mas as que guardarei em meu coração serão as de vitórias e felicidade.
Não tenho riquezas materiais, mas possuo o maior dos tesouros, você! Pode ser meio clichê, mas não é! Pois eu os tenho como amigos, sem ter nada a oferecer em troca, além da minha sincera e eterna amizade!
Que 2013 seja repleto de saúde, desafios, oportunidades, superações e vitórias!

À vocês, dedico não só um Dia, mas um Ano Especial!!!

Obrigada, obrigada, obrigada!!!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Hoje voltei a rabiscar e colorir!

Hoje tomei uma dose de coragem e voltei a rabiscar, como há muito tempo não fazia.
Aos 19 anos decidi ingressar no curso de Artes, mais precisamente Arte-educação. Uma fuga para meus anseios e angústias. O que infelizmente, anos depois, tornou-se para mim uma frustração profissional.
Lendo algumas páginas de um velho livro encostado na estante, “Desenhando com o Lado Direito do Cérebro”, a autora Beth Edwards  afirma que desenhar é simplesmente “mudar a maneira de olhar as coisas”.
Inicio esse novo desafio e termino esse desabafo com o desenho e a frase do livro “O pequeno príncipe” de Antoine de Saint-Exupéry:” Só se vê bem com o coração, o essencial é invisível aos olhos.”.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2012

AMIGO DA ONÇA


AMIGO DA ONÇA
(Brincadeira realizada no dia 21 de Dezembro de 2012 com um "Bando de Amigos" conectados pelos laços de amizade e excesso de sinceridade)
 

Somos o inverso do AMIGO DA ONÇA.

Da onça, temos só a personalidade. Todos sem exceção. Uns mais que os outros e outros menos que uns!

Estamos concretizando aquilo que “abstratamos” o ano todo: e-mails mal redigidos e interpretados, respostas atravessadas e Pitis.

Somos “Abravanel”, “Phynna”, “Fiona”,  “Guaiá”, “Pucca que pariu”, “Coração”, “Magrela”, “Lili Terremoto” e “Sthephany-E”. Não agradamos a todos, nem a muitos, aliás, a quase ninguém.  Mas somos um “Bando” conectados pelos laços de amizade e excesso de sinceridade. Quem não aguenta pede água ou demissão. Mas para os que resistem, restam momentos felizes e recheados de bom e mau humor. É impossível ficar triste quando estamos perto.

Hoje, dia 21 de Dezembro de 2012, há rumores de que o mundo irá acabar. E depois de começarmos essa brincadeira de mau gosto eu não duvido mais. Aliás, corremos um grande risco de iniciarmos a 3 Guerra Mundial!

Que nada! Apesar das aparências de “Shreks e Fionas”, somos da Paz!

Vamos agradecer uns aos outros por existirmos e por nos pertencemos.

Vamos comemorar os obstáculos e dificuldades ultrapassados e vencidos e as vitórias conquistadas em 2012! E que venham os novos desafios, oportunidades e alegrias!
 
Feliz 2013 com muito mais humor!

terça-feira, 20 de novembro de 2012

Sem Lucia, nem João...


  Assisti recentemente o DVD do seriado global, “Anos Rebeldes” de Gilberto Braga, exibido nos anos 90. Jovens estudantes (sem metáforas), jornalistas, intelectuais e artistas lutavam por um Brasil democrático contra a ditadura militar e melhor para todos.
Um jovem de 16 anos morre baleado em meio à luta pelos seus ideais. Há uma comoção e o Rio de Janeiro para no dia do se enterro.
Dois jovens, que se conhecem na idade colegial se apaixonam. Maria Lucia e João Alfredo. João era um idealista. Lucia individualista e “alienada”.
Hoje é possível, que morram mais que dezesseis jovens de poucos anos por dia, no Rio de Janeiro e em todos os cantos do Brasil e a noticia é publicada no “Caderno Cotidiano” dos jornais.
Infelizmente, hoje existem jovens bem piores que Maria Lucia.
E dificilmente veremos um jovem discursar numa formatura como João Alfredo:
“Prometemos não usar nosso diploma
Como passaporte para o mundo dos privilegiados.
Pensar primeiro no sofrimento dos outros,
E depois no nosso conforto.
Neste momento que estamos deixando o colégio,
Nós todos aqui, juntos,
Juramos continuar estudantes,
Na sinceridade,
Na entrega,
No espírito,
E no coração.
Estudantes pelo resto da vida!”

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Se eu tivesse ao menos meus vinte e poucos anos de volta, abriria mão de coisas que só o dinheiro paga e substituitia por tudo o que ele não pode pagar...

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

"..."

 
Enquanto dedilho posts, mensagens, e-mails e tals, percebo que substituo "," por "..."...(olha elas aí!) sinto que surge uma nova gramatica: a das possibilidades sem "."

terça-feira, 10 de julho de 2012

Lindamente!




Vou escrever sobre um fato ocorrido hoje com personagens e tempo diferentes, o que altera totalmente o cenário da história. Decidi redigir em ordem cronológica inversa, pois desejo terminar este texto lindamente.

A tecnologia nos oferece vantagens que antes, víamos somente na rotina de Os Jetsons *. Por exemplo, a internet nos permite navegar a qualquer lugar do mundo. Há vários tipos, modelos, tamanho, cores de computadores, notebooks, netbooks, tablets, etc; à gosto do freguês. E mais, temos praticamente a tecnologia de todos eles na palma da mão. Brinco com uma amiga que tem um desses aí, que o dela faz até frango assado de padaria. Pois, é justamente o aparelho telefônico móvel, um dos objetos motivadores deste desabafo.

Voltando para casa depois de quase doze horas de trabalho, estava eu sentada no banco do ônibus.  Como é de costume, coloquei os fones em meus ouvidos, conectei no celular, para ouvir minhas músicas preferidas; é assim que gosto de viajar.  Prefiro imaginar que não estou ali. Mas um casal de adolescentes exageradamente apaixonados me trouxe de volta a realidade. Ambos ao meu lado faziam questão de seguir a viagem, abraçados, dividindo o fone do celular, me cutucando para equilibrarem-se e continuarem em pé. Parecia que escutavam alguma coisa do tipo stand up. Não tenho nada contra esse tipo de humor, acho até divertido, inteligente, crítico; exceto aqueles que ridicularizam as pessoas e que as expõem em situações de humilhações. Mas daí, além de compartilhar entre si, rir e falar alto, incomodar os demais passageiros é um jeito péssimo de retornar para casa!

Algo semelhante aconteceu no começo da manhã. Esperei por quase quarenta minutos para conseguir pegar um ônibus, o que me fez chegar bastante atrasada no trabalho. E como já disse antes, estava eu novamente ouvindo minhas músicas, mas desta vez eu é quem estava em pé. No intervalo de uma seleção e outra, alguém ouvia música "no modo auto falante do celular”. Se não me engano era Luiz Gonzaga. Mas, como assim?  O som que costuma sair desses aparelhos é funk, eletrônica, pagode, rap, enfim, gostos que agradam seus proprietários, que geralmente são de adolescentes.  Não estou aqui para fazer crítica musical, mas fiquei intrigada com tal gosto, pois era peculiar entre os jovens.  Continuei a achar absurdo e comecei a procurar quem era o “sem noção”. Quando me deparei com um “adolescente” sentado no banco de idosos de aproximadamente 80 anos. Sobre o seu colo, a origem do som que ecoava o baião: um rádio de pilhas com antena e tudo! Agora que estou prestes a fechar minhas pálpebras, é a primeira imagem que vejo; e o som, que saiu daquele objeto tão antigo, ainda ressoa nos meus ouvidos lindamente!




* The Jetsons (em português Os Jetsons) foi uma série animada de TV produzida pela Hannah-Barbera, de 1962 a 1963. Essa série introduziu no imaginário da maioria das pessoas o que seria o futuro da Humanidade: carros voadores, cidades suspensas, trabalho automatizado, toda sorte de aparelhos eletrodomésticos e de entretenimento, robôs como criados, e tudo que dá para se imaginar do futuro. (Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)