“A amizade é o amor que nunca morre”
Mario Quintana
Ela parecia uma boneca,
cabelos cacheados, ruivo queimado de sol,
sardas e nariz de batata.
Tagarelava como a boneca de pano.
Diferente da Emilia que engoliu uma pílula,
achei que ela tivesse bebido,
ou teria usado algum tipo de alucinógeno?
Em plena luz do meio-dia,
ela desembestou a falar sobre a Lua.
De apelidos, ela não gostava,
especialmente o dela.
Por outro lado, naquele tempo,
seu nome não lhe agradava aos ouvidos.
Preferia cortar as letras,
E a ela, chamávamos,
Glau
A amizade,
uma virtude,
A virtude,
Persistência
Cinco minutos
de paciência
Era esse o tempo
para falar
do meu desamor!
Uma lição,
O desapego,
A dor,
Transformada em saudade,
Do abrigo, do ventre
Que se foi.
O passado,
Ontem.
O presente,
Nem sempre fisicamente.
O futuro,
Encontraremos em breve.
Nem tão longe
Nem tão perto
Saudades
Uma homenagem
Amiga há 3 anos tento deixar um comentário, mas sou um tanto confusa(rsssss).
ResponderExcluirEsse texto não me descreve, mas tudo que você acompanhou, pela experiências que amarguei, amei, o quanto fui "eu".
Simplesmente emocionante, delicado, engraçado (como gosto), obrigada sempre pela cumplicidade, paciência, respeito e carinho.
"Pra além de quando eu respirar"
Glau
O amor nos constrói ❤ obrigada maninha!
Excluir