No quarto um “click”.
Num segundo, o “TOC”.
Hoje é o primeiro dia.
A noite mais longa.
Meus ouvidos estão a flor da pele.
Ouço ruídos que saem das paredes.
Os olhos, estatelados.
Procuram aquilo que não vejo.
E o que pulsa no peito, agora bombardeia,
e me afogo em minha respiração.
É o despertar da noite que nunca
amanhece.
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