Adentrei-me naquela lona armada que vez ou outra passava pela cidade.
Arcos e lenços pendurados,
Um “ Criado Mudo” encostado no “Proscênio”
Uma boneca de pano caída no meio do palco.
Seria “O Último Ato” daquela “Bailarina”? E o“Soldado de Chumbo”? Se foi?
Uma “Pena”!
Espera! Havia um som misterioso “de uma flauta”
Doce como um “Sonho”,
Iguais àqueles que a gente compra na padaria
Huuuummm...
Será que vinha de um “Realejo”?
Ouvi a prazerosa melodia,
Repleta de melancolias, ideologias e, porque não, de alegria!
Versos, prosas, refrão, poesia, claves, ritmo, compasso, composição
Partes de uma poção mágica, que nos remete a uma “Transição”
Um transcender que nos arremessa a algo maior
Aglomeram-se multidões, apagam-se as luzes
E uma voz surge:
“Sem horas e sem dores. Respeitável público pagão. Bem vindos ao Teatro Mágico”!!!
Palhaços, Malabaristas, Bailarinas, Músicos, Poetas, Militantes da Arte Independente!!!
“O tudo numa coisa só”.
“Este texto é uma homenagem à Cia musical O Teatro Mágico e os trechos citados em aspas são de autoria da mesma”.
Nenhum comentário:
Postar um comentário